Teddy, o ursinho, observava as sombras que começavam a se alongar pelas paredes do quarto. O silêncio da casa aumentava seu nervosismo, enquanto as últimas luzes do dia desapareciam.
"Será que hoje vai ser diferente? Talvez eu consiga dormir sem medo..." pensou, abraçando-se ainda mais forte.
Assim que as luzes se apagaram, Teddy sentiu seu coraçãozinho bater mais rápido. Ele olhou para todos os lados, tentando distinguir as formas familiares dos brinquedos, mas tudo parecia enorme e estranho no escuro.
"E se algo sair debaixo da cama? E aquele barulho na janela?" murmurou, tentando se encolher ainda mais sob o edredom.
Teddy percebe a lanterna e, mesmo tremendo, desce da cama lentamente. Ele caminha até a mesa, seus passos macios mal fazendo barulho no tapete.
"Talvez, se eu iluminar o quarto, o medo vá embora..." diz, acendendo a lanterna e apontando para os cantos mais escuros.
A cada feixe de luz, Teddy percebe que não há monstros, apenas seus amigos de brincar. Ele sorri, sentindo o alívio crescer dentro de si como uma onda quentinha.
"Nada aqui quer me assustar. Tudo é igual de dia, só está diferente porque está escuro," conclui, sentando-se no tapete.
Teddy[/@ch_1] com passos saltitantes.]
Lili, a coelhinha, percebe o ursinho com a lanterna e senta ao seu lado.
"Também tenho medo às vezes, mas juntos fica mais fácil. Podemos contar histórias até o sono chegar."
"Eu adoraria, Lili. Acho que, com você aqui, o escuro não parece tão assustador."
Teddy[/@ch_1] e Lili riem e conversam. As sombras parecem dançar amigavelmente nas paredes, transformando o quarto em um lugar mágico.]
Teddy sente o medo desaparecer, substituído por conforto e alegria. Ele percebe que a coragem cresce quando se tem companhia e que o escuro pode ser apenas o começo de novas aventuras.
"Boa noite, Lili. Obrigado por ficar comigo," sussurra, fechando os olhos, finalmente pronto para dormir em paz.
















